sexta-feira, janeiro 31, 2020

Holocausto


Tenho agora o orgulho de relatar a experiência adquirida com Henry Katina.
Ele nasceu na Hungria e sobreviveu ao holocausto mesmo passando por três campos de concentração e extermínio de judeus, entre eles Auschwitz na Polônia.
Durante uma prosa na sala vip do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o sobrevivente do holocausto, com tenacidade dos seus 89 anos afirmou: “recordar significa passar de novo pelo coração”, afirmou Katina.



Segundo ele, os judeus e as minorias pereceram diante do regime nazista. “tudo é muito doloroso e sofrível. O fato é que perdi minha mãe e meu irmãozinho que  tinha apenas nove anos de idade. Isso eu nunca vou esquecer”, garantiu.



Esse relato foi em 27 de janeiro de 2020, data em que se homenageia as vítimas do holocausto.
Segundo Mario Sérgio Cortella, “o conhecimento serve para encantar”. Durante a cerimônia fui encantado ao saber que a esposa do escritor mineiro Guimarães Rosa, Aracy Guimarães Rosa, também conhecida como “Anjo de Hamburgo”, simplesmente ignorou uma circular secreta que restringia a entrada de judeus no Brasil.



Por ser poliglota ela chefiou a seção de passaporte do consulado brasileiro em Hamburgo na Alemanha. Para não identificar os judeus, ela não colocava a letra “J” no passaporte. Dessa forma Aracy livrou vários judeus da prisão e do extermínio.
Como reconhecimento mundial foi agraciada com o título de “Justa entre as Nações”. Também foi homenageada no museu do holocausto em Washington, nos EUA.

3 comentários:

Oliveiragomesh disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Oliveiragomesh disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Oliveiragomesh disse...

Bela reportagem.
Sucesso.