
Tenho
agora o orgulho de relatar a experiência adquirida com Henry Katina.
Ele
nasceu
na Hungria e sobreviveu ao holocausto mesmo passando por três campos de
concentração e extermínio de judeus, entre eles Auschwitz na Polônia.
Durante
uma prosa na sala vip do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o
sobrevivente do holocausto, com tenacidade dos seus 89 anos afirmou: “recordar
significa passar de novo pelo coração”, afirmou Katina.
Segundo
ele, os judeus e as minorias pereceram diante do regime nazista. “tudo é muito
doloroso e sofrível. O fato é que perdi minha mãe e meu irmãozinho que tinha apenas nove anos de idade. Isso eu
nunca vou esquecer”, garantiu.
Esse
relato foi em 27 de janeiro de 2020, data em que se homenageia as vítimas do
holocausto.
Segundo
Mario Sérgio Cortella, “o conhecimento serve para encantar”. Durante a
cerimônia fui encantado ao saber que a esposa do escritor mineiro Guimarães
Rosa, Aracy Guimarães Rosa, também conhecida como “Anjo de Hamburgo”,
simplesmente ignorou uma circular secreta que restringia a entrada de judeus no
Brasil.
Por
ser poliglota ela chefiou a seção de passaporte do consulado brasileiro em
Hamburgo na Alemanha. Para não identificar os judeus, ela não colocava a letra
“J” no passaporte. Dessa forma Aracy livrou vários judeus da prisão e do
extermínio.
Como
reconhecimento mundial foi agraciada com o título de “Justa entre as Nações”.
Também foi homenageada no museu do holocausto em Washington, nos EUA.
3 comentários:
Bela reportagem.
Sucesso.
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